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Passagens aéreas continuam caras após mudança nas regras de bagagem

Apesar de as novas regras para a cobrança de bagagem nos voos nacionais e internacionais estarem em vigor desde o fim de abril, o consumidor ainda vai esperar um tempo para ver os preços das passagens baixarem, conforme prometiam a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e a Associação Brasileira de Empresas Aéreas (Abear).

Em alguns casos, a passagem, que deveria ser mais vantajosa para quem não pretende despachar a mala, ficou mais cara do que a anterior, sem contar que o passageiro ainda pagará os R$ 30 por mala.

O ex-presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Ruy Coutinho, diz que as aéreas vão aproveitar a taxa extra da bagagem para engordar suas margens. Segundo ele, as empresas não vão reduzir os preços coisa nenhuma. Elas estão colocando essa cobrança como adicional de rentabilidade porque estão todas mal das pernas e vão buscar fazer caixa. A advogada do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Claudia Almeida, tem a mesma preocupação e conta que “a entidade não desistiu” e atua para derrubar a Resolução 400/2016, da Anac, que mudou as regras das bagagens.

O Idec encaminhou, no último dia 17, um manifesto ao Senado, solicitando urgência na tramitação do Projeto de Decreto Legislativo nº 578, que anula essa resolução, e que está tramitando na Câmara dos Deputados.

Fonte: em.com.br

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